BOLETIM

BOLETIM MENSAL - AGOSTO/2018


Boletim Mensal


Você é procrastinador ?

Aprenda a identificar os sinais da procrastinação no dia a dia.

Para muitas pessoas, a procrastinação já virou um hábito. Adiar atividades ou demorar um tempo maior do que o necessário para executar uma tarefa é, para muitos, uma regra no dia a dia. Para o especialista e fundador da Febracis, Paulo Vieira, a procrastinação afeta não só o rendimento do seu trabalho, mas toda a sua rotina. "Você costuma se sentir angustiado, ter a sensação de trabalhar sem descanso e não conseguir administrar os seus momentos de lazer com as horas de trabalho? Se a sua resposta for "sim", você provavelmente é um procrastinador", avalia.

Existem muitos motivos que tornam alguém um procrastinador. No entanto, é mais fácil adquirir o hábito quando não temos cobranças externas ou quando parece que temos um tempo longo para executar as tarefas. "Prazeres momentâneos de descanso, por exemplo, podem nos fazer adiar tarefas. Redes sociais ou aplicativos no celular podem atrair a nossa atenção por tanto tempo, que deixamos de fazer as nossas obrigações, ou quando a fazemos, fazemos de forma corrida e a qualidade fica comprometida", pontua Vieira.

Mas como saber se você é um procrastinador? O especialista explica que, muitas vezes, são as atitudes mais simples que podem ajudar a identificar se somos ou não procrastinadores. Por isso, fique atento se você faz parte daqueles que:

1 - Se distraem constantemente nas redes sociais;

2 - Usam constantemente o botão da soneca;

3 - Perdem prazos de inscrição em vagas de trabalho;

4 - Adiam as tarefas mais complexas e que exigem mais dedicação e atenção;

5 - Perdem mais tempo do que o necessário fazendo tarefas simples;

6 - Inventam tarefas momentâneas e, com isso, adiam outras tarefas importantes;

7 - Ligam o computador para trabalhar e se perdem navegando em sites da internet;

8 - Não tem foco;

9 - Não cumprem prazos ou os cumprem no último minuto;

10 - Viram noites trabalhando ou estudando;

11 - Deixam para fazer as coisas na última hora.

O fundador da Febracis explica que se essas ações fazem parte da sua rotina, você é um procrastinador. "Você está se autoboicotando, impedindo a si mesmo de atingir os seus objetivos e o seu sucesso. Por isso, é importante ficar atento em como essas ações podem estar afetando a sua vida e a sua saúde para tomar as atitudes necessárias", acrescenta.

Como vencer a procrastinação?

Existem muitas técnicas para vencer a procrastinação, mas o primeiro passo é reconhecer quais são os seus gatilhos. Com isso, você poderá identificar quais são os seus autoboicotes para agir sobre eles. No entanto, Vieira dá algumas dicas básicas podem servir para você criar um senso de responsabilidade e urgência, que te ajudarão a parar de adiar seus compromissos.

1 - Tenha uma planilha das suas atividades, seja em um caderno ou em um aplicativo;

2 - Perceba quais são as suas horas mais produtivas (manhã, tarde, noite) e se organize para tirar proveito desse momento;

3 - Comece o seu dia com as tarefas mais importantes;

4 - Crie um senso de urgência para não adiar os seus compromissos;

5 - Fique longe das distrações, como celular, redes sociais e internet;

6 - Encontre prazer no processo de executar as suas tarefas;

7 - Crie recompensas para as tarefas executadas e consequências para as que são adiadas;

8 - Divida uma tarefa complexa em várias tarefas simples;

Buscar alternativas e acompanhamento especializado, como o coaching de alcance de metas, também é essencial para você atingir os seus objetivos.

Fonte: Administradores


TRIBUNAL EMITE NOVO ALERTA CONTRA GOLPE DO PROCESSO

A Coordenadoria de Atendimento e Protocolo Judicial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) alerta a população a respeito de novas tentativas de golpe que têm sido praticadas por supostos escritórios de advocacia, que se utilizam indevidamente de informações sobre processos que tramitam ou tramitaram na corte.

ADe acordo com o relato de pessoas que procuraram esclarecimentos na Seção de Informações Processuais do STJ, os golpistas entram em contato por telefone com a vítima informando sobre uma ação judicial vitoriosa, relacionada à restituição de expurgos dos planos econômicos ou de valores relativos a planos de previdência privada extintos, e pedem que seja feito o depósito de certa quantia para pagamento de despesas processuais.

Esse tipo de golpe é recorrente. Há casos em que o golpista se identifica como servidor do STJ. Em nenhuma hipótese o tribunal entra em contato pessoal com as partes para fazer pedidos dessa ordem.

A recomendação é que a pessoa verifique a situação do processo no tribunal onde tramita, confira se o seu nome está entre as partes e se assegure de que o advogado ou o escritório que a procurou é realmente o que está cuidando da causa. Em várias situações, mesmo em se tratando de um processo real, foi constatado que os supostos advogados nem sequer constavam nos autos, o que evidenciou tratar-se de fraude. 

Fonte: STJ

ALGUÉM VENDE SEM VONTADE DE VENDER ?

O que move alguém a ter vontade de vender? Bônus, premiações, comissão? 

Nos últimos 2 anos temos vivenciado momentos muito desafiadores no âmbito comercial. Por um lado, nossa economia enfraquecida pelos acontecimentos políticos – que consequentemente tiram de nós algumas oportunidades de sucesso nos negócios, os quais, provavelmente, em cenários mais seguros, ocorreriam sem tal instabilidade.

Por outro lado, justamente por conta deste cenário desafiador, uma disputa se acirra entre os players concorrentes, sempre buscando ampliar suas carteiras, com o bem mais valioso que temos – nossa base de clientes. Nossa base, como sabemos, é a que conta com a prova de conceito realizada, e neste cenário de competição ainda mais elevada, um desconto ou uma melhor oferta por parte de um concorrente pode ser o mote para uma possível troca de fornecedor, com menos "esforço".

E assim, naturalmente, a necessidade de prospectar aumenta. Mas aqui mora um perigo importante: muitas vezes, me parece que começamos uma espécie de "corrida maluca" para capacitar nossos vendedores a qualquer preço. Grandes investimentos são realizados nas equipes comerciais nestas épocas de maior instabilidade e consequente maior competição.

Treinamentos em vendas, certificações A, B ou C, técnicas de oratória, de negociação, programas de neurolinguística, capacitação em idiomas, reuniões e mais reuniões de alinhamento, assertividade de Forecast, estudo de cases de sucesso, especializações em verticais, planejamento de contas, planejamento comercial, atualizações técnicas, participação de inúmeros eventos... Ufa! Nesta busca desenfreada por transformar colaboradores em super-vendedores, certamente, um enorme montante de tempo, esforço e dinheiro terá de ser investido.

Esse nosso ritmo de criação, a qualquer custo, de "super-vendedores", me lembra muito um trecho do filme Matrix, em que os "agentes" se veem no meio de uma luta e param por instantes para fazer uma série de downloads instantâneos, com treinamentos necessários para atingir seus objetivos. Neste sentido, lá seguem os agentes aprendendo desde karatê até a pilotagem de um helicóptero... Bem, mas o fato é que a realidade não é um filme.

Como um profissional, seja um administrador ou um técnico, por exemplo, se transforma em um vendedor? Quais são seus motivadores para esta transição de carreira? O que move alguém a ter vontade de vender? Bônus, premiações, comissão? Creio que não.

A reflexão que trago a este artigo é, será que nossos vendedores têm o principal fator necessário para ter sucesso em vendas: vontade e gosto por vender?

Quando me refiro à vontade, começo a análise pela raiz. Será que estes profissionais estão felizes com que estão fazendo? E, mais do que isso, será que eles estão conseguindo sentir realização fora do ambiente de trabalho? Estão felizes com o que fazem, tendo orgulho e prazer em vender algo? Possuem razões intrínsecas que os tornem, por opção e esforço, exímios vendedores?

Não jogo para a empresa a responsabilidade por resolver estas questões (relativamente) externas. A reflexão aqui é: será que não é importante cuidar um pouco mais do direcionamento de nossos esforços na construção de grandes equipes? Será que não devemos ficar atentos para perceber se esse empoderamento profissional que proporcionamos, na verdade, é um movimento superficial, que pode até trazer resultados em curto prazo, mas, no fim, não satisfaz nem o colaborador, nem a empresa nos seus objetivos estratégicos de longo prazo?

Temos muitos exemplos no Brasil e no mundo de pessoas reconhecidas como vendedores natos. E não somente os bem-sucedidos financeiramente, mas também os de vida mais simples ou os que vieram "de baixo".

Estes profissionais me parecem ter algo em comum: felicidade e propósito em vender algo. Parecem estar bem consigo mesmo, possuem um brilho nos olhos quando desempenham suas atividades e conseguem, com muito mais naturalidade, mover alguém a comprar algo. Em outras palavras: a motivação deles é a que contagia e impulsiona a de motivação de compra de seu público. Uma não funciona sem a outra.

Trata-se, simplesmente, de se sentir bem com o que se está fazendo, e não apenas fazê-lo para alcançar metas e receber bônus ou comissões. Trata-se de um claro propósito, vender algo que acredite, com prazer e entendimento total do valor agregado que irá gerar para a outra parte compradora, sendo, sim, bem remunerado por isso.

Manter pessoas sem vontade de vender na empresa, achando que com preparações "goela a baixo" as transformaremos em ótimos vendedores, para mim, está mais claro do que nunca que não faz mais o menor sentido. Não estou dizendo que preparo não é importante, pelo contrário. Preparo é fundamental. Mas a base de tudo está na verdadeira vontade de ser um bom vendedor, na clareza de propósito que vem antes de tudo.

Temos então de começar a dar mais valor aos nossos processos de recrutamento e seleção, mais valor as conversas entre líderes e liderados dentro de qualquer estrutura hierárquica, para que aquelas percepções muitas vezes substituídas por frias avaliações de desempenho, sejam vitais para perceber, realmente, que um ou outro profissional não está confortável com o de desafio de vender. Ele simplesmente não gosta, não se sente bem nesta posição, e quem sabe poderia estar contribuindo muito mais em outra. Neste universo, a valorização do real potencial de um colaborador é simplesmente crucial para o sucesso de qualquer empreendimento.

Dizem que tudo o que fazemos na vida somente traz resultados se gostamos de fazer e estamos felizes. Em vendas, isso é especialmente claro, pois os resultados são tangíveis. No âmbito comercial, o profissional irá lidar o tempo todo com interações humanas, com conversas, compreensão e resolução de problemas. Logo, ele precisará estar primeiramente bem em sua esfera pessoal para assim poder transmitir segurança ao seu cliente, afinal, sua abordagem e sua postura são fatores fundamentais neste sutil processo de convencimento e conquista da fidelidade de um consumidor.

Será que não está na hora de avaliarmos, estudarmos e entendermos um pouco mais sobre os reais motivadores de nossos vendedores e seu propósito em vendas, antes de tomarmos decisões de como ampliar suas competências com altos investimentos?

Precisamos, antes de mais nada, direcionar o nosso foco na formação de uma equipe feliz e satisfeita com o que faz. Após concluída esta etapa, o seu desempenho se torna consequência da sua disposição e capacidade de absorção de todos os treinamentos e capacitações que lhes forem oferecidos.

Sem uma mente plena e sadia, podemos ter todo o preparo do mundo, mas nada disso será aproveitado ou aplicado nas interações diretas com o nosso público. É hora de pararmos e observamos melhor as motivações de nossos colaboradores. Do contrário, seremos apenas outros corredores de uma corrida maluca e sem propósito.

Fonte: Administradores

 

 

mês
CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES - AGOSTO/2018

A tabela de obrigações é extensa clique aqui para abrí-la em uma nova janela

Tabelas Práticas

INSS - Contribuições
Tabela de contribuição de assalariados,
empregados domésticos, e trabalhadores avulsos

INSS - Trabalhadores e Empregados Domésticos
Início Vigência
Final Vigência
Salário de Contribuição
Aliquota
01/2018
-
até R$ 1.693,72
8,00%
01/2018
-
de R$ 1.693,73 até 2.822,90
9,00%
01/2018
-
de R$ 2.822,91 até 5.645,80
11,00%
01/2018
-
parte cabível ao empregador de dométicos
8,00%

Fonte: Ministério da Previdência Social


TABELA DE SALÁRIO-FAMÍLIA

Salário Família
Início Vigência
Salário de Contribuição
Valor
Categoria
01/2018
até 877,67
45,00 por filho
Terá direito ao salário família o segurado empregado e o trabalhador avulso que tenha salário-de-contribuição inferior ou igual a R$ 877,67 que comprove ter filhos menores de 14 anos ou inválidos de qualquer idade.
01/2018
de 877,68 a 1.319,18
31,71 por filho
Terá direito ao salário família o segurado empregado e o trabalhador avulso que tenham salário-de-contribuição entre R$ 877,68 e R$ 1.319,18 que comprove ter filhos menores de 14 anos ou inválidos de qualquer idade.

Tabelas para cálculos de obrigações em atraso (clique sobre o ítem desejado)

Tributos e contribuições federais

Obrigações previdenciárias

Obrigações Estaduais (ICMS)


Anotação de dispositivo legal nas notas fiscais com redução, isenção, etc. 

É obrigatória a anotação do dispositivo legal no corpo da nota fiscal na saída para outros estabelecimentos de mercadorias, produtos e serviços quando a mesma tiver: redução, isenção, suspensão, diferimento, etc.,  . Veja tabela com operações e dispositivos abaixo:

Operação

Dispositivo legal

Devolução de beneficiamento - dentro de até 180 dias

ICMS SUSPENSO CONFORME ÍTEM 2, ART.402 DO RICMS

Devolução de conserto, empréstimo ou locação de material de uso ou consumo

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7 INCISO X DO RICMS

Remessa de embalagens

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.82, ANEXO I DO RICMS

Remessa para exposição ou feiras - retorno dentro de 60 dias

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.33, ANEXO I DO RICMS

Remessa para armazém geral ou depósito fechado

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 451  e ART.1 ANEXO VII DO RICMS

Remessa para conserto, empréstimo ou locação de material de uso ou consumo

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 7 INCISO IX DO RICMS

Remessa para industrialização ou  beneficiamento 

ICMS SUSPENSO CONFORME  ART.402 DO RICMS

Retorno de armazém geral ou depósito fechado

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 451 ART.2 DO RICMS

Saídas para demonstração - dentro do estado com retorno em 60 dias

SUSPENSÃO DO ICMS CONFORME ART.319 DO RICMS

SubstituiçãoTributária - fumo e seus derivados

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 289 DO RICMS

Substituição Tributária - CIMENTO

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 291 DO RICMS

Substituição Tributária - refrigerantes, cerveja, chope, água.

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 293 DO RICMS

Substituição Tributária - sorvete

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 295 DO RICMS

Substituição Tributária - veículo automotor novo

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 299 a 309  DO RICMS

Substituição Tributária - penumáticos e afins

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 310 DO RICMS

Substituição Tributária - tintas, vernizes e outros prod.da ind.química

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 312 DO RICMS

Substituição Tributária - transportes

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 317 DO RICMS

Venda do ativo permanente (bens do imobilizado)

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7, INCISO XIV DO RICMS

Venda de produto para a Zona Franca de Manaus

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.84, ANEXO I DO RICMS

Venda de máquinas e aparelhos (80%) e veículos usados (95%) de redução

REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO CONF.ART.51 E ART.11 ANEXO II DO RICMS

Venda de livros, jornais ou periódicos e papel utilizado na sua impressão

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7 INCISO XIII DO RICMS

Venda de preservativos

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.66, ANEXO I DO RICMS

Venda de sucata

DIFERIDO CONF. ART.392 DO RICMS


 
SALÁRIO MÍNIMO

 Salário Mínimo desde maio/1999

Período

Valor

Maio/1999 a Março/2000

R$ 136,00

Abril/2000 a Março/2001

R$ 151,00

Abril/2001 a Março/2002

R$ 180,00

A partir de Abril/2002

R$ 200,00

A partir de Abril/2003

R$ 240,00

A partir de Maio/2004
R$ 260,00
A partir de Maio/2005
R$ 300,00
A partir de Abril/2006
R$ 350,00
A partir de Abril/2007
R$ 380,00
A partir de Março/2008
R$ 415,00
A partir de Fevereiro/2009
R$ 465,00
A partir de Janeiro/2010
R$ 510,00
A partir de Março/2011
R$545,00
A partir de Janeiro/2012
R$ 622,00
A partir de Janeiro/2013
R$ 678,00
A partir de Janeiro/2014
R$ 724,00
A partir de Janeiro/2015
R$788,00
A partir de Janeiro/2016
R$880,00
A partir de Janeiro/2017
R$937,00
A partir de Janeiro/2018
R$954,00