BOLETIM

BOLETIM MENSAL - SETEMBRO/2021


Boletim Mensal



Experiência? Cliente quer apenas o básico bem-feito

Pesquisa da Connect Shopper revela que sete em cada dez consumidores não fazem questão de ações lúdicas ou mirabolantes para ser fiel à loja

Experiência. No mundo do varejo, essa é uma das palavras que mais se ouve entre lojistas e especialistas quando o assunto é fisgar o consumidor.

É hora de abusar da criatividade, dizem eles, para construir ambientes e situações capazes de fazer com que o cliente volte ‘n’ vezes à loja, tornando-se completamente fiel à marca.

Mas e os consumidores, o que pensam disso tudo? De cada dez deles, sete preferem que a loja simplesmente entregue “o básico bem-feito”, não fazem questão de ações mirabolantes.

Eles querem uma loja prática, solutiva, bem organizada, com preços justos, e que possam entrar e sair rapidamente dos espaços com segurança, ainda mais agora com a pandemia.

No varejo on-line, eles desejam o mínimo, como facilidade para a navegação nos sites e uso de aplicativos, entrega de produto certo e em menor tempo possível.

O que o cliente almeja de uma loja de qualquer setor foi identificado em uma recente pesquisa da Connect Shopper com 2 mil pessoas espalhadas pelo país, por meio da internet.

A Connect Shopper pediu para os consultados darem nota de satisfação de zero a dez no processo de compras on-line. Na média, a nota foi cinco.

O que eles mais reclamam, no caso da compra virtual, é falta de produto, entrega de mercadoria errada e/ou fora do prazo e dificuldade para o uso de aplicativos e trocas.

“O mundo fala em varejo 5.0, mas vive um varejo abaixo de zero”, afirma Fátima Merlin, sócia da Connect Shopper e especialista em comportamento do consumidor.

De acordo com ela, experiência de compra é o conjunto das percepções que o consumidor desenvolve ao interagir com uma loja durante todas as etapas da jornada.

Isso vale desde a fase de pesquisa de preços, o processo de compra e o pós-venda.

“Qualquer tipo de interação é uma oportunidade de criar uma imagem boa ou ruim, e o saldo final é o que define como foi a experiência do consumidor”, afirma.

De nada adianta algo lúdico, mirabolante ou mesmo uma ação exclusiva, diz ela, se ao passar pelo caixa ou ao efetuar o pagamento uma situação ruim ocorrer, como ficar horas numa fila.

Boa parte dos especialistas leva o varejista a promover experiência que tem a ver com questões mais sofisticadas, tecnologias e a fornecer algo inusitado, tudo para vender mais.

Isso tudo é importante, diz ela, mas não pode ser o foco da loja. Não adianta você oferecer café da manhã para o cliente se, na hora de pagar pela compra, ele é mal atendido.

Para Gustavo Carrer, consultor de varejo, existe uma mística sobre experiência que deve ser oferecida para o consumidor ao se usar lojas-conceito cheias de atrativo e tecnologias.

“Essas lojas são exceções, as chamadas flagship. É preciso considerar que nem sempre o consumidor está com tempo disponível para uma jornada de compra mais longa”, diz.

Para não errar, o lojista, de acordo com ele, precisa atender aquele que tem tempo para um atendimento exclusivo e tomar um capuccino na loja e aquele que quer pegar o produto e sair.

Considerando esses dois tipos de clientes, cabe até, na avaliação de Carrer, o lojista pensar em espaços diferentes para cada um deles.

Para o consultor, há dois conceitos de experiência, o sensorial e o social.

O sensorial envolve o visual da loja, temperatura do ambiente, o cheiro, a música que toca.

O social envolve o atendimento pela equipe, se venda é por meio do balcão ou auto serviço, se há espaço para levar o cachorro e ou ter uma área para o marido esperar.

“O básico é ter sortimento, disponibilidade de produto e bom atendimento, simples assim.”

A ansiedade em fazer algo que seja diferente para o cliente, muitas vezes sem saber o que ele realmente deseja, leva muitos lojistas, diz Fátima, até a perder dinheiro.

“Levantamento feito no país mostrou que supermercados chegaram a perder R$ 12 bilhões em promoções desnecessárias do tipo leve três e pague dois, por exemplo”.

Não foi observado, neste caso, de acordo com ela, que o cliente já costuma comprar três produtos em vez de dois, independentemente da oferta.

A pesquisa da Connect Shopper também identificou que, de cada 100 consumidores, 89 valorizam as marcas que se solidarizaram com o momento atual.

Isto é, aquelas que tiveram atitudes para ajudar a população diante da pandemia do novo coronavírus, como produzir álcool em gel ou distribuir máscaras para os mais carentes.

Uma boa parte deles, 68%, também está disposta a experimentar novas marcas dos produtos que utiliza e, praticamente a metade deles, 52%, está propensa a trocar de marcas de vez.

Uma pergunta com resposta nada favorável ao lojista é a que trata sobre as perspectivas do consumidor. Isto é, como ele avalia a situação econômica do país e a dele.

De cada 100 deles, 72 estão com medo de perder o emprego. Em abril de 2020, este percentual era de 68%.

No ano passado, 72% avaliavam que a crise brasileira ia ter fim a partir de maio deste ano. Na pesquisa de agora, os entrevistados nem sequer quiseram fazer previsão.

Pouco mais de 40% dos ouvidos acreditam que o país terá problemas econômicos graves no futuro, percentual não muito diferente do ano passado (45%).


Fonte: Diário do Comércio


10 tendências globais que toda empresa deveria ficar de olho para os próximos 15 anos

Veja como avanços tecnológicos e transformações sociais devem afetar o futuro do humano, do consumo e do dinheiro

Vivemos em um estágio acelerado de inovação. Imagine que, em alguns países, já é possível imprimir brinquedos para nossos filhos em uma impressora 3D, programar uma geladeira para disparar pedidos de compras para alimentos que estão em falta, pedalar pelo sul da França num cenário gerado por realidade aumentada sem sair de casa, fazer pagamentos em tempo real em plataformas de mensagem ou por QR Code. Parece ficção científica, mas é realidade.

Fizemos um levantamento na Visa sobre as principais tendências que, a nosso ver, podem impactar globalmente as relações pessoais e comerciais nos próximos 15 anos. Alguns fenômenos estamos vendo nascer e devem se multiplicar no futuro próximo, outros são projeções baseadas em estudos de especialistas, executivos do mercado e clientes de diversos setores.

Gostaria de compartilhar a seguir alguns caminhos que temos observado em relação a hábitos, avanços tecnológicos e transformações sociais que empresas e pessoas deveriam estar de olho. Nessa análise inicial, exploro três pilares: o futuro do humano, do consumo e do dinheiro. Como você vai perceber, os temas estão conectados e se relacionam dentro de um ecossistema maior de inovação.

O objetivo, longe de ser definitivo, é gerar uma discussão e alimentar o debate. Afinal, estamos lidando com previsões feitas com base no mundo atual. E como acabamos de aprender, tudo pode mudar de uma hora para outra.

1. Identidade cada vez mais fluida

Termos como "identidade líquida" e "gêneros fluidos" estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia. Graças a conquistas recentes da comunidade LGBTQIA+ e reivindicações por direitos de equidades, evoluímos em temas como diversidade tanto na sociedade quanto nas empresas. Para se ter uma ideia, tem rede social, por exemplo, que possui mais de 70 opções de identidade de gênero para o usuário escolher.

2. Por um mundo com mais propósito

A pandemia nos fez colocar a mão na consciência. E a sociedade pressiona órgãos, empresas e governos a ajustar sua conduta e solucionar problemas globais como desigualdade racial, emissão de gases poluentes, desperdício de alimentos, escassez de água, assédio moral e sexual. Movimentos como Black Lives Matter e #metoo são importantes conquistas nesse cenário.

3. Flexibilidade no trabalho e vida nômade

Como vamos trabalhar e viver no futuro? Modelos híbridos ganham força em diversas empresas como um meio de garantir o bem-estar das pessoas e adequar a rotina para os desejos da Geração Z. Grandes empresas, como as bigtechs, já começaram a testar, por exemplo, uma jornada de quatro dias de trabalho por semana e viram que a performance e produtividade é equivalente aos cinco dias.

4. Bem-estar acima de tudo

A saúde mental tomou conta da pauta corporativa num movimento que não parece ter volta. As pessoas estão priorizando qualidade de vida, desenvolvimento pessoal e equilíbrio emocional. E a tecnologia pode ser um potente aliado nessa direção, possibilitando experiências mais convenientes, aproximando as pessoas, gerando novas conexões e nos transportando para novas realidades.

5. Novas conexões, novos relacionamentos

A maneira como nos comportamos e nos exibimos em diferentes redes sociais mudou com o advento de novas plataformas de relacionamento e comunicação. Criamos personas diferentes de acordo com cada ambiente digital, multiplicando nossos perfis e conexões, mantendo nossa personalidade única e nossa condição humana.

6. Metaverse e a expansão do universo

Ferramentas de Inteligência Artificial e realidade aumentada estão derrubando as fronteiras entre o mundo físico e digital e proporcionando uma nova experiência imersiva. O conceito de metaverse promove a interação de diversas pessoas em um ambiente virtual com experiências em 3D que se confundem com a realidade.

7. Conveniência em primeiro lugar

As novas tecnologias estão transformando nosso jeito de comprar e adquirir produtos e serviços. A experiência de compra em redes sociais, os meios de pagamentos sem fricção, a inteligência que prevê o comportamento do consumidor a partir do uso de dados, os serviços on-demand são apenas alguns exemplos dessa revolução que já estamos vivendo.

8. Comércio ubíquo

Já imaginou que, num futuro breve, em vez de comprar, por exemplo, peças de brinquedo para montar para seu filho você poderá imprimir os itens com sua impressora 3D? Ou seja, criar seu próprio produto e consumir à sua maneira, eliminando uma série de etapas em sua jornada de compra.

9. Consumo consciente

Assim como falamos de propósito acima, o consumo atrelado a valores e ética é uma tendência global que começa a ter impacto no Brasil. Empresas estão cada vez mais preocupadas em reduzir a emissão de carbono em suas operações, promover hábitos sustentáveis em sua rede produtiva e de distribuição e oferecer ao consumidor vantagens associadas a condutas corretas e responsáveis.

10. A desmaterialização do dinheiro

Nossa relação com o dinheiro e os meios de pagamento estão passando por uma grande transformação. Aqui na Visa chamamos de desconstrução do plástico. O que identificávamos como algo físico virou uma credencial de pagamento digital, que permite transações mais rápidas, seguras e convenientes. O avanço das carteiras digitais, criptomoedas e pagamentos em tempo real são um sinal da evolução constante da indústria de pagamentos, turbinada por soluções disruptivas oferecidas por fintechs e bancos digitais.

Estes são apenas alguns insights que podem auxiliar na visão de futuro da sua empresa. E você, o que pensa sobre o nosso futuro?

* Erico Fileno é Diretor Executivo de Inovação da Visa.


Fonte: Administradores.com

Nova norma facilita a implementação da LGPD pelos pequenos negócios

O texto, que contou com o apoio do Sebrae em sua formulação, está agora em consulta pública até 29 de setembro.

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) publicou, na segunda-feira (30), uma norma que disciplina a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) pelas micro e pequenas empresas. O texto prevê um tratamento diferenciado para os pequenos negócios, dispensando algumas obrigações e simplificando o processo de adequação. Na avaliação do Sebrae, a norma dá maior segurança jurídica às MPE, mas também às grandes empresas que têm parcerias importantes com os pequenos negócios. O texto passa agora por uma consulta pública até o próximo dia 29 de setembro.

A norma, que contou com o apoio do Sebrae em sua formulação, simplifica vários pontos que eram bastante complexos e difíceis de serem implementados pelas MPE, como a nomeação de um Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais, que agora está dispensada para quem se enquadrar. Outro ponto relevante é a concessão de prazos diferenciados e principalmente o enquadramento na Lei Complementar nº 123, de acordo com o grau de risco que a empresa pode gerar aos consumidores.

Na avaliação do Encarregado de Dados Pessoais do Sebrae, Diego Almeida, o texto ainda deixa alguns pontos para serem resolvidos em resoluções e normativos específicos a serem publicados pela autoridade, mas é um marco importante para os pequenos negócios. "O Sebrae acredita que as MPE ainda não estão preparadas para realizar a adequação, ainda mais por conta do contexto de crise causada pela pandemia. Mas acreditamos que a norma deve fomentar a busca pela adequação. Agora, além da implementação ter se tornado mais fácil, as empresas terão um novo diferencial competitivo", comenta Diego. "Recomendamos que os empreendedores procurem o Sebrae. Nós podemos ajudá-los a colocarem suas empresas no rumo certo, conforme preconiza a lei. O Sebrae está oferecendo cursos, palestras e consultoria especializada", complementa.

No momento, a norma está em fase de consulta pública. Todas as pessoas interessadas podem contribuir informando quais pontos ainda consideram de difícil execução. "O Sebrae vai enviar outras contribuições ao texto tentando facilitar ainda mais o trabalho para as MPE. Assim que essa norma estiver em vigor, teremos um equilíbrio entre o dever de garantir segurança aos direitos dos titulares e a necessidade de medidas técnicas equivalentes a realidade das empresas", avalia Diego Almeida.

Pontos de destaque na norma

• Dispensa da obrigação de nomear um DPO/Encarregado de Tratamento de Dados Pessoais;

• Flexibilização com base no risco e escala do tratamento;

• Flexibilização do atendimento às requisições dos titulares por meio eletrônico ou impresso, ou ainda qualquer outra forma que assegure o acesso facilitado;

• Dispensa da obrigação de eliminar, anonimizar ou bloquear dados excessivos;

• Dobro do prazo com relação a outros agentes de tratamento;

• Flexibilização do relatório de impacto como forma simplificada;

• Serão disponibilizados guias e orientações para auxiliar na adequação;

• Outras resoluções específicas serão disponibilizadas para facilitar o tratamento de dados pessoais.


Fonte: Administrador.com



mês
CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES - SETEMBRO/2021

A tabela de obrigações é extensa clique aqui para abrí-la em uma nova janela

Tabelas Práticas

 

INSS - Contribuições
Tabela de contribuição de assalariados,
empregados domésticos, e trabalhadores avulsos

INSS - Trabalhadores e Empregados Domésticos
Início Vigência
Final Vigência
Salário de Contribuição
Aliquota
Deduzir
01/2021
-
até R$ 1.100,00
7,50%
-
01/2021
-
de R$ 1.100,00 até R$ 2.203,48
9,00%
R$16,50
01/2021
-
de R$ 2.203,49 até R$ 3.305,22
12,00%
R$82,60
01/2021
-
de R$ 3.305,23 até R$ 6.433,57
14,00%
R$148,71
O valor máximo do INSS do segurado empregado é R$ 6.433,57

Fonte: Ministério da Previdência Social


TABELA DE SALÁRIO-FAMÍLIA

Salário Família
Início Vigência
Salário de Contribuição
Valor
Categoria
01/2021
até R$1.503,25
51,27 por filho
Terá direito ao salário família o segurado empregado e o trabalhador avulso que tenha salário-de-contribuição inferior ou igual a R$ 1.503,25 que comprove ter filhos menores de 14 anos ou inválidos de qualquer idade.
01/2020
acima de R$ 1.503,25
-
 
não terá direito ao salário família o segurado empregado e o trabalhador avulso que tenham salário-de-contribuição acima de R$1503,25

Tabelas para cálculos de obrigações em atraso (clique sobre o ítem desejado)

Tributos e contribuições federais

Obrigações previdenciárias

Obrigações Estaduais (ICMS)


Anotação de dispositivo legal nas notas fiscais com redução, isenção, etc. 

É obrigatória a anotação do dispositivo legal no corpo da nota fiscal na saída para outros estabelecimentos de mercadorias, produtos e serviços quando a mesma tiver: redução, isenção, suspensão, diferimento, etc.,  . Veja tabela com operações e dispositivos abaixo:

 

Operação

Dispositivo legal

Devolução de beneficiamento - dentro de até 180 dias

ICMS SUSPENSO CONFORME ÍTEM 2, ART.402 DO RICMS

Devolução de conserto, empréstimo ou locação de material de uso ou consumo

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7 INCISO X DO RICMS

Remessa de embalagens

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.82, ANEXO I DO RICMS

Remessa para exposição ou feiras - retorno dentro de 60 dias

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.33, ANEXO I DO RICMS

Remessa para armazém geral ou depósito fechado

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 451  e ART.1 ANEXO VII DO RICMS

Remessa para conserto, empréstimo ou locação de material de uso ou consumo

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 7 INCISO IX DO RICMS

Remessa para industrialização ou  beneficiamento 

ICMS SUSPENSO CONFORME  ART.402 DO RICMS

Retorno de armazém geral ou depósito fechado

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 451 ART.2 DO RICMS

Saídas para demonstração - dentro do estado com retorno em 60 dias

SUSPENSÃO DO ICMS CONFORME ART.319 DO RICMS

SubstituiçãoTributária - fumo e seus derivados

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 289 DO RICMS

Substituição Tributária - CIMENTO

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 291 DO RICMS

Substituição Tributária - refrigerantes, cerveja, chope, água.

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 293 DO RICMS

Substituição Tributária - sorvete

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 295 DO RICMS

Substituição Tributária - veículo automotor novo

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 299 a 309  DO RICMS

Substituição Tributária - penumáticos e afins

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 310 DO RICMS

Substituição Tributária - tintas, vernizes e outros prod.da ind.química

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 312 DO RICMS

Substituição Tributária - transportes

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 317 DO RICMS

Venda do ativo permanente (bens do imobilizado)

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7, INCISO XIV DO RICMS

Venda de produto para a Zona Franca de Manaus

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.84, ANEXO I DO RICMS

Venda de máquinas e aparelhos (80%) e veículos usados (95%) de redução

REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO CONF.ART.51 E ART.11 ANEXO II DO RICMS

Venda de livros, jornais ou periódicos e papel utilizado na sua impressão

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7 INCISO XIII DO RICMS

Venda de preservativos

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.66, ANEXO I DO RICMS

Venda de sucata

DIFERIDO CONF. ART.392 DO RICMS


 
SALÁRIO MÍNIMO

 Salário Mínimo desde maio/1999

Período

Valor

Maio/1999 a Março/2000

R$ 136,00

Abril/2000 a Março/2001

R$ 151,00

Abril/2001 a Março/2002

R$ 180,00

A partir de Abril/2002

R$ 200,00

A partir de Abril/2003

R$ 240,00

A partir de Maio/2004
R$ 260,00
A partir de Maio/2005
R$ 300,00
A partir de Abril/2006
R$ 350,00
A partir de Abril/2007
R$ 380,00
A partir de Março/2008
R$ 415,00
A partir de Fevereiro/2009
R$ 465,00
A partir de Janeiro/2010
R$ 510,00
A partir de Março/2011
R$545,00
A partir de Janeiro/2012
R$ 622,00
A partir de Janeiro/2013
R$ 678,00
A partir de Janeiro/2014
R$ 724,00
A partir de Janeiro/2015
R$788,00
A partir de Janeiro/2016
R$880,00
A partir de Janeiro/2017
R$937,00
A partir de Janeiro/2018
R$954,00
A partir de Janeiro/2019
R$998,00
A partir de Janeiro/2020
R$1.045,00
A partir de Janeiro/2021 R$1.100,00