BOLETIM

BOLETIM MENSAL - FEVEREIRO/2018


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Como fazer um planejamento eficiente nas vendas?

Fazer o planejamento de todo o ano é fundamental, levando em conta todas as estratégias e táticas.

O ano de 2017 foi marcado por uma leve retomada na economia do país e, consequentemente, nas vendas. Segundo o Indicador Movimento do Comércio, apurado pela Boa Vista SCPC, o setor cresceu 1,5% no ano passado, na comparação com 2016, o que representa a primeira expansão desde 2014. Seguindo esses dados, podemos esperar que 2018 seja um período ainda melhor para as vendas.

Mas será que você, gestor, está preparado para vender mais? Fazer o planejamento de todo o ano é fundamental, levando em conta todas as estratégias e táticas – sim, elas têm significados diferentes: a estratégia mostra a posição atual e traça a trajetória para se chegar à posição desejada; já a tática é a implementação dessa estratégia, é o colocar em prática as ações pré-definidas. Enquanto a estratégia é abstrata e baseada em objetivos de longo prazo, a tática é concreta e baseada na descoberta das melhores ações imediatas.

Para definir o plano e tirá-lo do papel, é necessário reservar um tempo para estudar o seu negócio, para avaliar o potencial de cada proposta, para conhecer o perfil dos seus clientes, para identificar as oportunidades e os gaps. Confira algumas ações fundamentais para potencializar as vendas neste ano:

1. Defina objetivos - Para planejar as atitudes que serão tomadas durante o ano, determine o que deseja alcançar. É impossível optar por uma tática, sem ter um norte para seguir. Por exemplo, busque aumentar a carteira de clientes, com o intuito de melhorar as vendas e expandir seu networking;

2. Saiba analisar - Após definir quais são as metas, é importante analisar se o que está sendo feito atualmente é eficiente. Se a resposta for “não” ou “não o suficiente”, está na hora de mudar as táticas de vendas. O vendedor que não consegue realizar uma negociação de forma assertiva, por exemplo, deve investir na quantidade de contatos realizados;

3. Estude o mercado e a clientela - O vendedor deve conhecer bem o seu setor e os responsáveis pela tomada de decisão. Isso ajuda a enxergar os problemas e a oferecer as soluções corretas, porém exige que o profissional reserve um tempo para estudo e planejamento;

4. Coloque em prática - Depois da fase de análise, existem as ações táticas. Avalie quais atitudes serão tomadas, por qual motivo e o que é preciso fazer para atingir os objetivos propostos. Para aumentar o ticket-médio, por exemplo, uma estratégia é estimular o time de vendas com workshops e comissões diferenciadas, com o intuito de oferecer aos profissionais novas técnicas de abordagem e ainda mantê-los concentrados;

5. Estipule prazos - Para o período tático, faça cronogramas com os passos que deverão ser dados dentro do período estipulado. Possuir todo o planejamento em um documento permite ter uma noção de prioridades e urgências. Monte o seu Plano Tático de Vendas e bons negócios !

Fonte: Administradores

Número de ações trabalhistas cai para menos da metade

A possibilidade de o trabalhador ter de bancar despesas de honorários advocatícios da parte vencedora, em caso de derrota na Justiça, ajuda a inibir demandas.

Após estimular, antes de entrar em vigor, uma corrida à Justiça do Trabalho, a reforma trabalhista fez despencar o número de processos ajuizados em varas trabalhistas assim que as mais de 100 alterações promovidas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) começaram a valer.

De um total mensal que costumava passar com facilidade da casa de 200 mil, as ações recebidas em primeira instância por tribunais trabalhistas de todo o País caíram para 84,2 mil em dezembro, primeiro mês completo da nova legislação.

Além de não ser nem metade do volume processual registrado nos meses de dezembro de 2015 e de 2016, o número do último mês do ano passado é o menor num levantamento feito pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) com dados mensais dos últimos três anos. Em novembro passado, por outro lado, o ingresso de ações trabalhistas em varas do Trabalho alcançou o pico da série trienal: 289,4 mil.

As dúvidas sobre como a nova lei seria aplicada pelos juízes e o maior rigor trazido pela reforma no acesso ao Judiciário – em especial, o dispositivo que impõe a quem perde o processo a responsabilidade de pagar custos processuais da parte vencedora – causaram, primeiro, antecipação e depois, com as novas regras em vigor, paralisia das ações trabalhistas.

“Os advogados preferiram, como é natural, lidar com o conhecido e evitar os riscos do desconhecido”, disse Estêvão Mallet, professor de Direito do Trabalho da USP: “Com a reforma, é natural aguardar algum tempo para ter mais elementos a lidar nos novos processos.”

Por um lado, a possibilidade de o trabalhador ter de bancar as chamadas despesas de sucumbência –honorários periciais e advocatícios da parte vencedora –em caso de derrota na Justiça ajuda a inibir demandas nas quais as chances de vitória são remotas.

Por outro, a insegurança sobre como a reforma será interpretada por magistrados, bem como a respeito de como o Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar a constitucionalidade de artigos da nova lei, leva advogados a esperar por maior clareza antes de protocolar novas petições.

Em dezembro passado, as ações trabalhistas não chegaram a mil em cinco dos 24 tribunais regionais do trabalho distribuídos pelo País: 14.ª Região, que abrange Rondônia e Acre; 20.ª (Sergipe); 21.ª (Rio Grande do Norte); 22.ª (Piauí) e 24.ª (Mato Grosso do Sul).

No Tribunal Regional da 2.ª Região, o maior do Brasil e que engloba a Grande São Paulo e a Baixada Santista, o volume de processos caiu para menos de 500 ações por dia após a reforma. Antes dela, vinha numa média diária superior a 3 mil, chegando a beirar 13 mil um dia antes de a lei entrar em vigor.

Fonte: contadores.cnt.br

6 cuidados que executivos devem ter no planejamento tributário

Os estabelecimentos comerciais são obrigados por lei a informar o valor dos tributos que incidem na compra de produtos e serviços. Todo ano as alíquotas precisam ser recalculadas.

O ano de 2018 começou e com ele a expectativa de empresários e executivos de reverem o modelo de seu negócio. O principal questionamento feito é se existe outra alternativa de estrutura capaz de tornar o negócio mais eficiente econômica e operacionalmente. Ester Santana, sócia tributarista do CSA - Chamon Santana Advogados, escritório especializado em M&A, tributário consultivo e contencioso, societário, governança corporativa e planejamento sucessório, separou seis principais cuidados que empresas e executivos devem se atentar no planejamento tributário para o período que se inicia.

Segundo ela, idealmente, o estudo de um planejamento tributário tem início alguns meses antes da virada do ano. Porém, ainda é tempo de avaliar se a estrutura utilizada para o desenvolvimento das atividades da empresa ou da família é realmente a mais eficiente financeira e operacionalmente. “Já vi muitas empresas e pessoas participarem de planejamentos tributários e societários que ao final tiveram que ser desmontados ou que não deram o resultado esperado. Assim, antes de dar início a um processo de reestruturação, é importante se certificar de que alguns cuidados e estratégias foram tomados”, explica.

Ester alerta, por exemplo, para casos em que a empresa pretende expandir internacionalmente. “O aspecto tributário torna-se um dos principais elementos a serem analisados, sob pena da estratégia adotada levar a dupla tributação em diferentes países. É importante que se trabalhe em projeções financeiras, quadros comparativos de carga tributária e quais tributos afetarão o novo modelo de operação”, explica.

Além disso, determinar qual vai ser o impacto final no bolso do acionista tem que fazer parte de qualquer processo de reestruturação. “A análise dos aspectos será também importante na escolha da estrutura mais adequada para o planejamento”, diz.

Conheça os principais cuidados:

1) Saiba qual é seu propósito: Antes de reunir esforços, equipe e incorrer em gastos, o primeiro cuidado que os sócios ou executivos das empresas devem ter diz respeito ao propósito do planejamento. A identificação de um propósito legítimo (“business purpose”) que justifique um planejamento tributário é essencial para a posterior validade dos atos praticados.

Isso significa que o empresário não deve buscar fazer um planejamento que, por exemplo, tenha por objetivo transferir seu patrimônio no momento em que já existem diversas execuções e ações de cobrança em seu nome. Da mesma maneira, dividir a empresa em várias empresas com a mesma atividade, estrutura e sócios para se beneficiar do lucro presumido, também não se sustenta.

2) Escolha assessores com o perfil adequado para montar a nova estrutura: Aqui outro cuidado torna-se relevante: a escolha de um assessor ou advogado que assegure a ética e imparcialidade do planejamento. O advogado não pode auxiliar ou induzir o seu cliente a cometer fraude ou abusos.

Curioso imaginar que alguns anos atrás, o melhor consultor ou advogado era aquele que criava um planejamento que permitisse que a empresa não pagasse imposto em lugar nenhum no mundo. Hoje essa percepção mudou. Com a transparência internacional, medidas antiabusivas e acordos para trocas de informações entre países, tal profissional seria visto quase como um criminoso. Por isso, a escolha adequada é fundamental para o sucesso da reestruturação.

3) Conhecimento das premissas do trabalho: Após a identificação de um motivo (“business purpose”), de igual importância é a verificação das premissas do planejamento. Sem que o executor do planejamento se mantenha fiel às premissas fornecidas pelos sócios e pela empresa, o modelo encontrado certamente se distanciará dos objetivos iniciais. Assim, por exemplo, o que deve nortear a busca por um modelo de planejamento? É preciso que se entenda o perfil, histórico, valores da empresa, a operação e a possibilidade de alterá-la ou não, como por exemplo, em um caso onde a indústria cria a sua própria distribuidora. Separar atividades em diferentes empresas faz sentido? Quais linhas de produtos e NCMs devem fazer parte da análise?

E os interesses dos sócios? É comum que nem todos os sócios tenham o mesmo interesse e visão em relação ao negócio. Assim, alguns pretendem buscar liquidez a curto prazo enquanto outros apostam na expansão e continuidade da empesa a longo prazo. Em tais situações é importante buscar um planejamento que acomode todos esses interesses de forma eficiente.

4) Quais aspectos devem ser analisados: Uma vez conhecido o objetivo, identificadas as premissas que devem nortear a busca pelo melhor modelo de planejamento, deve-se, então, pontuar quais aspectos devem ser analisados para execução da reestruturação. Assim, para uma determinada estrutura é importante que se analisem os aspectos fiscais, societários, regulatórios, sucessórios ou comerciais, por exemplo. Imagine uma indústria que contrata terceiros para os serviços de logística e o planejamento envolve como solução criar uma empresa de logística própria, prestando serviços, inclusive para outras empresas do mercado. Para tanto, analisar e antever quais licenças e normas a ANTT exige para cumprimento é essencial para estabelecer a viabilidade e cronograma de implementação da nova estrutura.

Se a empresa pretende expandir internacionalmente, o aspecto tributário torna-se um dos principais elementos a serem analisados, sob pena da estratégia adotada levar a dupla tributação em diferentes países. É importante que se trabalhe em projeções financeiras, quadros comparativos de carga tributária e quais tributos afetarão o novo modelo de operação.

Determinar qual vai ser o impacto final no bolso do acionista tem que fazer parte de qualquer processo de reestruturação. A análise dos aspectos será também importante na escolha da estrutura mais adequada para o planejamento.

5) Modelagem: Após os cuidados e estratégias acima, o planejador deve seguir com a proposição das alternativas de cenários e estruturas. Fazer comparativos de cenários, listar as vantagens e desvantagens de cada modelo e testar a aderência conceitual das projeções numéricas e tributárias com os dados reais da empresa deve fazer parte de um planejamento adequado. É bem-vindo o envolvimento de todos (sócios, executivos e assessores) nas discussões, amadurecimento e reflexão dos modelos sugeridos. A troca de ideias e vivências pode ser determinante para trazer uma visão estratégica sobre a estrutura a ser implementada. Busque conhecer e entender os riscos que seu planejamento pode lhe trazer e como fazer para administrá-los.

6) Ter uma boa execução: Por fim, analisados os aspectos e uma vez eleito o modelo de estrutura, passa-se para a fase de execução do projeto. Sabemos que de pessoas com boas ideias o mundo está cheio, porém de pessoas com capacidade para executá-las, faltam candidatos.

É válido preparar um cronograma (step plan) da reestruturação, detalhando as fases, tempo, atos e pessoas responsáveis para cada tarefa até que o projeto seja finalmente concluído.

E, aliás, o planejamento não se encerra com a implementação da nova estrutura, é importante, que, de tempos em tempos, o modelo e premissas sejam revistos para avaliar o curso do negócio e se está atendendo o objetivo original para o qual foi criado.


Fonte: Administradores


mês
CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES - FEVEREIRO/2018

A tabela de obrigações é extensa clique aqui para abrí-la em uma nova janela

Tabelas Práticas

INSS - Contribuições
Tabela de contribuição de assalariados,
empregados domésticos, e trabalhadores avulsos

INSS - Trabalhadores e Empregados Domésticos
Início Vigência
Final Vigência
Salário de Contribuição
Aliquota
01/2018
-
até R$ 1.693,72
8,00%
01/2018
-
de R$ 1.693,73 até 2.822,90
9,00%
01/2018
-
de R$ 2.822,91 até 5.645,80
11,00%
01/2018
-
parte cabível ao empregador de dométicos
8,00%

Fonte: Ministério da Previdência Social


TABELA DE SALÁRIO-FAMÍLIA

Salário Família
Início Vigência
Salário de Contribuição
Valor
Categoria
01/2018
até 877,67
45,00 por filho
Terá direito ao salário família o segurado empregado e o trabalhador avulso que tenha salário-de-contribuição inferior ou igual a R$ 877,67 que comprove ter filhos menores de 14 anos ou inválidos de qualquer idade.
01/2018
de 877,68 a 1.319,18
31,71 por filho
Terá direito ao salário família o segurado empregado e o trabalhador avulso que tenham salário-de-contribuição entre R$ 877,68 e R$ 1.319,18 que comprove ter filhos menores de 14 anos ou inválidos de qualquer idade.

Tabelas para cálculos de obrigações em atraso (clique sobre o ítem desejado)

Tributos e contribuições federais

Obrigações previdenciárias

Obrigações Estaduais (ICMS)


Anotação de dispositivo legal nas notas fiscais com redução, isenção, etc. 

É obrigatória a anotação do dispositivo legal no corpo da nota fiscal na saída para outros estabelecimentos de mercadorias, produtos e serviços quando a mesma tiver: redução, isenção, suspensão, diferimento, etc.,  . Veja tabela com operações e dispositivos abaixo:

Operação

Dispositivo legal

Devolução de beneficiamento - dentro de até 180 dias

ICMS SUSPENSO CONFORME ÍTEM 2, ART.402 DO RICMS

Devolução de conserto, empréstimo ou locação de material de uso ou consumo

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7 INCISO X DO RICMS

Remessa de embalagens

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.82, ANEXO I DO RICMS

Remessa para exposição ou feiras - retorno dentro de 60 dias

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.33, ANEXO I DO RICMS

Remessa para armazém geral ou depósito fechado

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 451  e ART.1 ANEXO VII DO RICMS

Remessa para conserto, empréstimo ou locação de material de uso ou consumo

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 7 INCISO IX DO RICMS

Remessa para industrialização ou  beneficiamento 

ICMS SUSPENSO CONFORME  ART.402 DO RICMS

Retorno de armazém geral ou depósito fechado

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 451 ART.2 DO RICMS

Saídas para demonstração - dentro do estado com retorno em 60 dias

SUSPENSÃO DO ICMS CONFORME ART.319 DO RICMS

SubstituiçãoTributária - fumo e seus derivados

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 289 DO RICMS

Substituição Tributária - CIMENTO

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 291 DO RICMS

Substituição Tributária - refrigerantes, cerveja, chope, água.

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 293 DO RICMS

Substituição Tributária - sorvete

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 295 DO RICMS

Substituição Tributária - veículo automotor novo

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 299 a 309  DO RICMS

Substituição Tributária - penumáticos e afins

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 310 DO RICMS

Substituição Tributária - tintas, vernizes e outros prod.da ind.química

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 312 DO RICMS

Substituição Tributária - transportes

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 317 DO RICMS

Venda do ativo permanente (bens do imobilizado)

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7, INCISO XIV DO RICMS

Venda de produto para a Zona Franca de Manaus

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.84, ANEXO I DO RICMS

Venda de máquinas e aparelhos (80%) e veículos usados (95%) de redução

REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO CONF.ART.51 E ART.11 ANEXO II DO RICMS

Venda de livros, jornais ou periódicos e papel utilizado na sua impressão

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7 INCISO XIII DO RICMS

Venda de preservativos

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.66, ANEXO I DO RICMS

Venda de sucata

DIFERIDO CONF. ART.392 DO RICMS


 
SALÁRIO MÍNIMO

 Salário Mínimo desde maio/1999

Período

Valor

Maio/1999 a Março/2000

R$ 136,00

Abril/2000 a Março/2001

R$ 151,00

Abril/2001 a Março/2002

R$ 180,00

A partir de Abril/2002

R$ 200,00

A partir de Abril/2003

R$ 240,00

A partir de Maio/2004
R$ 260,00
A partir de Maio/2005
R$ 300,00
A partir de Abril/2006
R$ 350,00
A partir de Abril/2007
R$ 380,00
A partir de Março/2008
R$ 415,00
A partir de Fevereiro/2009
R$ 465,00
A partir de Janeiro/2010
R$ 510,00
A partir de Março/2011
R$545,00
A partir de Janeiro/2012
R$ 622,00
A partir de Janeiro/2013
R$ 678,00
A partir de Janeiro/2014
R$ 724,00
A partir de Janeiro/2015
R$788,00
A partir de Janeiro/2016
R$880,00
A partir de Janeiro/2017
R$937,00
A partir de Janeiro/2018
R$954,00