BOLETIM

BOLETIM MENSAL - SETEMBRO/2018

Boletim Mensal


O PROFISSIONAL MULTITAREFA ESTÁ NO ALVO DAS EMPRESAS

O profissional multitarefa tem algumas qualidades que deveriam ser típicas de qualquer profissional: proativo, prestativo, solidário, não tem preguiça, não é conformado e não foge dos problemas.

Um médico atende um paciente portador de insuficiência respiratória. Examina, diagnostica, interna e aplica oxigênio. Prescreve um equipamento chamado CPAP, um aparelho portátil que promove a inalação de oxigênio para que o doente possa ir para casa. Com isso, considera que terminou o seu compromisso e cumpriu o seu papel. Será mesmo?

Um outro médico atende um paciente com o mesmo problema, seguindo o mesmo protocolo. Entretanto, no dia seguinte, verifica junto à assistente social se o pedido de concessão do aparelho foi encaminhado ao serviço público de saúde. Sabendo que não, telefona para o setor da prefeitura que cuida do assunto, explicando que a falta de um simples aparelho está causando a ocupação de um leito hospitalar que poderia ser utilizado por alguém com uma doença mais grave. Não satisfeito, volta para a assistente social e diz o que fez, pedindo a ela que insista no processo. Na manhã seguinte, visita novamente o doente para acompanhar a sua evolução e cobra da assistente social a resposta. Ao fim de quatro dias o aparelho é entregue à família e o paciente recebe alta e volta para casa. Este médico, sim, cumpriu o seu papel.

Vamos transpor a situação para uma corporação empresarial qualquer. Nenhum líder se contenta com o profissional que apenas cumpre o protocolo, que apenas segue a rotina. O profissional que as empresas procuram é aquele que acompanha o processo, identifica entraves e obstáculos procurando resolvê-los. Se não conseguir, pede auxílio até que a questão seja solucionada. Este é um profissional multitarefa, que não se limita nem se restringe a cumprir ordens ou a fazer exclusivamente aquilo para o que foi contratado.

O profissional multitarefa tem algumas qualidades que deveriam ser típicas de qualquer profissional: proativo, prestativo, solidário, não tem preguiça, não é conformado e não foge dos problemas. Precisa estar antenado com novas práticas, novas tecnologias e novos sistemas que permitam atuar com agilidade e eficiência.

Mas, cuidado! Para ser um trabalhador multitarefa, o profissional precisa saber perfeitamente como fazer a gestão de seu tempo, sob pena de perder o foco da função e se intrometer na função alheia. Precisa também ser firme para impedir que a inércia dos colegas não lhe cause transtornos na execução da sua tarefa.

Consultamos uma pesquisa realizada pela professora e pesquisadora norte-americana Keri Stephens, cujo perfil pode ser visitado no site da Universidade do Texas¹, em Austin, nos Estados Unidos, que acompanhou 63 alunos da instituição onde leciona para concluir que as pessoas lidam com o trabalho de três maneiras bem distintas. Há quem só consiga fazer uma única atividade, os considerados monotarefa – para esses, pode ser interessante delegar tarefas específicas, como as relacionadas com a conferência de dados ou pesquisas que requerem concentração total. Já o maior grupo, segundo Keri, é formado por aqueles que conseguem fazer múltiplas tarefas, desde que seja uma de cada vez – são 45% do total, e o seu processo de trabalho é chamado de multitarefa sequencial. Destes, esperamos maior análise, planejamento e decisões estratégicas. Por fim, o grupo percentualmente mais reduzido, são aqueles que conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo, são os multitarefas simultâneos.

Conheço jornalistas que, dentro de uma redação, escrevem uma reportagem enquanto ouvem a transmissão do Jornal Nacional, verificam as atualizações da Internet e se mantêm antenados nas conversas ao seu redor. Presenciei também professores e palestrantes que, durante a apresentação, verificam o comportamento de cada um dos ouvintes, pesquisam dados em um notebook e fazem anotações.

É verdade que os profissionais multitarefas – sequenciais ou simultâneos – estão na mira dos recrutadores. E ser multitarefa não é questão de treinamento, mas de estilo. Há oportunidades para variados perfis em diferentes tipos de emprego e de empresa. O que não se pode fazer é fingir ser um profissional multitarefa se não existir tendência para isso. Ainda que você identifique seu perfil, é importante entender como reagir às demandas variadas ao longo da carreira. Cada tipo de profissional tem seu lugar no mercado de trabalho. Então, trate de se conhecer, insista, tente mais e faça o melhor que puder, seja qual for o seu estilo.

Fonte: Administradores

COMO FIDELIZAR CLIENTES ?

Com o consumidor mais bem informado e exigente, são muitas as variáveis que ele considera antes de se tornar fiel a um estabelecimento.

Se conquistar clientes já é uma tarefa árdua, fidelizar é ainda mais desafiador. Com a concorrência cada vez maior e as distâncias sendo reduzidas ao toque de um clique, o cliente só volta a comprar no mesmo lugar se ficar realmente muito satisfeito. E, não estamos falando apenas da qualidade de um produto ou serviço. Com o consumidor mais bem informado e exigente, são muitas as variáveis que ele considera antes de se tornar fiel a um estabelecimento. Por esse motivo, listei aqui dicas preciosas para fazer o seu cliente voltar sempre.

- Invista num bom atendimento: Atenda os seus clientes como você mesmo gostaria de ser atendido. Cortesia e presteza são fundamentais a qualquer profissional que lide diretamente com o público. Portanto, é fundamental investir em bons treinamentos para que sua equipe seja capaz de oferecer um atendimento de excelência, fazendo com que o cliente se sinta à vontade, encontre o que procura e, principalmente, que saia muito satisfeito com a experiência vivida dentro do seu estabelecimento.

- Entenda bem o seu cliente: Com tantas ferramentas tecnológicas disponíveis atualmente, certamente existe uma que atenda exatamente as suas necessidades para entender bem o perfil do seu cliente. Sabe-se que as pessoas não querem mais ser tratadas apenas como “mais um”. Para dar esse toque especial e refinar o relacionamento, é preciso conhecer o cliente mais a fundo. Qual é a frequência que ele visita a sua empresa? O que ele costuma procurar? Qual é o comportamento dele dentro da loja? Ter essas informações e usá-las de forma estratégica é crucial nos dias de hoje.

- Aposte na comunicação: Além de ser conhecido, seu cliente deseja ser impactado com informações relevantes para ele. Nesse sentido, o marketing de conteúdo tem desempenhado um excelente papel, oferecendo informações em cada fase de maturação do cliente. Se ele ainda está na fase de busca e pesquisa, um e-book com mais informações sobre o seu produto ou serviço pode agradar. Já se ele estiver decidido a comprar, um cupom de desconto pode fazer a diferença entre o sim e o não dele.

- Crie uma experiência: Independentemente se você trabalha com produtos ou serviços, o que todo cliente busca hoje é viver uma experiência de compra. Então, aposte em criar momentos memoráveis para ele. Mostre ao seu cliente que ele é único e merece ser tratado com muito cuidado. Busque pequenas personalizações, como tratá-lo pelo nome, descobrir o motivo dele estar buscando a sua empresa, quais são as expectativas dele, etc. Tendo informações valiosas vai ficar muito mais fácil encantar.

- Dê algo mais aos VIPs: Clientes fiéis não merecem ser tratados da mesma forma que todos os outros. Aposte em programas de fidelidade, capazes de fazer com que ele se sinta realmente recompensado por frequentar sempre o seu estabelecimento. Ofereça vantagens que vão além do “faça 10 e ganhe 1”. Felizmente, hoje há vários recursos que permitem criar vantagens realmente atrativas para o cliente premium, como é o caso do Unique Club, um clube de vantagens que oferece descontos em milhares de empresas, como restaurantes, livrarias, cinema e universidades. Os benefícios vão muito além do seu espaço.

- Capte depoimentos: Não importa se a compra é de baixo ou grande valor. Todo cliente gosta de saber que por aquela empresa já passaram clientes tão satisfeitos que foram capazes de deixar o seu depoimento. Aqui pode ser uma foto, um vídeo ou um relato escrito. Isso aumenta a confiança de quem está chegando agora e motiva novas compras. Mantenha os depoimentos sempre atualizados, a fim de que o cliente que volta, veja que há cada vez mais clientes satisfeitos ali.

Seguindo todas essas dicas, as chances de o seu cliente voltar e se tornar fiel aumentam consideravelmente. Buscar um concorrente nem vai estar nos planos dele. Sendo bem cuidado e muito mimado, nenhum cliente vai deixar de consumir o que você tem a oferecer. Afinal, você não vende apenas produtos ou serviços. Você entrega benefícios e valor.. 

Fonte: Administradores

CINCO DIFICULDADES ENRENTADAS POR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS NA HORA DE PAGAR IMPOSTOS

Grande parte das dificuldades de quem busca empreender no Brasil está ligada ao pagamento de impostos. Além do custo elevado, o sistema tributário brasileiro é bastante complexo.

Muitas vezes as empresas precisam criar uma área específica ou contratar um especialista para conseguir cumprir todos os compromissos tributários. Para ajudar a esclarecer este cenário, o advogado, mestre em direito tributário e sócio do escritório Urbano Vitalino, Fabio Cury, destacou cinco desafios enfrentados por pequenas e médias empresas na hora de pagar impostos.

Mudanças repentinas

Como se não bastassem as dificuldades decorrentes da alta complexidade da legislação, as próprias normas sofrem mudanças constantes e diárias. Essas alterações acabam exigindo que o empresário ou gestor da área acompanhe as publicações sobre o assunto diariamente. O excesso das alterações normativas colabora para o aumento de erros e também de custos, já que, invariavelmente, a contratação de um profissional ou empresa especializada se torna fundamental.

“No ano de 2017, por exemplo, houve grande surpresa quando a Medida Provisória 774/17 extinguiu o chamado ‘regime de desoneração da folha de pagamentos’ por meio do qual as empresas podiam recolher a contribuição previdenciária sobre o faturamento bruto em vez de fazê-lo sobre a folha de pagamento. A escolha pelo pagamento sobre o faturamento ou sobre a folha, que é feita no início do ano, deveria valer para todo o período: algumas empresas tiveram prejuízos pelo cumprimento da nova regra. Após muitas discussões, inclusive judiciais, essa alteração acabou não se consolidando. Esse é só mais um exemplo da insegurança jurídica a que se sujeitam as empresas no Brasil”, explica Cury.

Questões interpretativas e guerras fiscais

Outro grande desafio do sistema tributário decorre da dificuldade na interpretação da legislação tributária. Ler e entender os textos legais não é uma tarefa simples, pois há muitos termos técnicos e expressões cujo sentido é debatido e controvertido tanto nos Tribunais quanto entre os próprios entes tributantes, ou seja, as pessoas de direito público que podem instituir ou cobrar tributos, como a União, Estados, Distrito Federal e Municípios. De acordo com Fábio Cury, essas divergências interpretativas geram potenciais problemas.

“Atualmente, por exemplo, existe uma disputa interpretativa envolvendo downloads de arquivos eletrônicos: alguns Estados podem entender tratar-se de uma ‘venda de mercadoria digital’ sujeita ao ICMS em decorrência do Convênio ICMS 106/2017, ao passo que os Municípios podem interpretar essa mesma operação como uma prestação de serviços sujeita ao Imposto Sobre Serviços (ISS) com fundamento na Lei Complementar 157/16. Essa dupla tributação evidentemente é indevida, mas afastá-la pode demandar providências judiciais. São muitos os exemplos nesse sentido”.

Segundo Cury, outro exemplo é o conceito de ‘exportação de serviços’ que é hipótese de imunidade do pagamento do ISS. Essa exportação pressupõe que o ‘resultado’ da prestação, ainda que o serviço seja prestado no Brasil, se concretize no exterior. Mas a legislação (Lei Complementar 116/03) não define que seja esse ‘resultado’ o que, na prática, sujeita os exportadores de serviço a disputas judiciais com os Municípios em torno da interpretação do tema. Os Tribunais Superiores ainda não têm posição clara sobre o tema.

Multiplicidade de tributos estaduais e municipais

A existência de muitos entes tributantes é outro fator que dificulta a vida das pequenas e médias empresas. É comum a necessidade de cadastro junto a diversos Municípios para que ali se possa prestar serviços. O mesmo vale para os Estados, em que é comum a necessidade de manutenção de inscrição estadual. Manter esses cadastros todos atualizados é uma burocracia que impõe custos às empresas. O que agrava ainda mais esse cenário é a diferença dos regimes jurídicos dos tributos e benefícios concedidos por Estados e Municípios, e por sua vez também geram conflitos (guerras fiscais) em que os contribuintes acabam sendo os maiores prejudicados, seja pela dupla tributação, seja pelo cancelamento de créditos. “O contribuinte, na hora de pagar o ICMS, “desconta” o valor já pago na operação anterior. Esse valor que ele pode aproveitar é o crédito que o Estado de São Paulo, por exemplo, não aceita”, esclarece Fábio.

É importante que as empresas atentem ao funcionamento de benefícios fiscais de cada estado e cidade: não se deve perder as oportunidades de isenções ou descontos, mas também é importante estar bem aconselhado, pois certos benefícios podem ser contestados por Municípios vizinhos e outros Estados.

Programas de gestão fiscal

Os altos custos dos programas de gestão tributária são outro desafio para o pequeno e médio empresário. Apesar dos consideráveis benefícios de organização da documentação fiscal, reunido em uma única plataforma todos os documentos recebidos, integração das informações de todos os setores e a diminuição de funcionários para cuidar desta área, os programas costumam ter um valor elevado de investimento e, muitas vezes, estão além da quantia do orçamento que ele tem para empreender nesta área. Existem diversos programas disponíveis no mercado e que oferecem diversas funcionalidades, para emissão de notas fiscais, integração de informações e controle de todos os documentos fiscais que entram ou saem da empresa. O empresário precisa ficar atento e escolher o que melhor atender a suas expectativas e necessidades.

Definição do regime de tributação

Via de regra, as empresas de pequeno porte costumam adotar o Simples Nacional. Mas é necessário avaliar se o regime escolhido está de acordo com o porte da empresa e também número de funcionários, dentre outros fatores. Uma avaliação profunda do perfil do negócio é extremamente válida para escolher a melhor opção.

Segundo o site do Simples Nacional, a partir deste ano, para optar ou permanecer no sistema do Simples Nacional, a empresa poderá receber por ano uma receita no mercado interno até R$ 4,8 milhões, adicionalmente, receitas decorrentes da exportação de mercadorias ou serviços para o exterior, também que não excedam R$ R$ 4,8 milhões. Já os outros sistemas de Lucro Presumido e o Lucro Real, possuem valores de limite de faturamento maiores, sendo de R$ 78 milhões ao ano e sem limite de faturamento, respectivamente. Para escolher qual o melhor sistema de regime tributário é preciso avaliar os custos dos tributos envolvidos e também a complexidade e estrutura de processos, lembrando que a escolha feita no início do ano é vinculante para todo o período.

Fonte: Portal Dedução

 

 

mês
CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES - SETEMBRO/2018

A tabela de obrigações é extensa clique aqui para abrí-la em uma nova janela

Tabelas Práticas

INSS - Contribuições
Tabela de contribuição de assalariados,
empregados domésticos, e trabalhadores avulsos

INSS - Trabalhadores e Empregados Domésticos
Início Vigência
Final Vigência
Salário de Contribuição
Aliquota
01/2018
-
até R$ 1.693,72
8,00%
01/2018
-
de R$ 1.693,73 até 2.822,90
9,00%
01/2018
-
de R$ 2.822,91 até 5.645,80
11,00%
01/2018
-
parte cabível ao empregador de dométicos
8,00%

Fonte: Ministério da Previdência Social


TABELA DE SALÁRIO-FAMÍLIA

Salário Família
Início Vigência
Salário de Contribuição
Valor
Categoria
01/2018
até 877,67
45,00 por filho
Terá direito ao salário família o segurado empregado e o trabalhador avulso que tenha salário-de-contribuição inferior ou igual a R$ 877,67 que comprove ter filhos menores de 14 anos ou inválidos de qualquer idade.
01/2018
de 877,68 a 1.319,18
31,71 por filho
Terá direito ao salário família o segurado empregado e o trabalhador avulso que tenham salário-de-contribuição entre R$ 877,68 e R$ 1.319,18 que comprove ter filhos menores de 14 anos ou inválidos de qualquer idade.

Tabelas para cálculos de obrigações em atraso (clique sobre o ítem desejado)

Tributos e contribuições federais

Obrigações previdenciárias

Obrigações Estaduais (ICMS)


Anotação de dispositivo legal nas notas fiscais com redução, isenção, etc. 

É obrigatória a anotação do dispositivo legal no corpo da nota fiscal na saída para outros estabelecimentos de mercadorias, produtos e serviços quando a mesma tiver: redução, isenção, suspensão, diferimento, etc.,  . Veja tabela com operações e dispositivos abaixo:

Operação

Dispositivo legal

Devolução de beneficiamento - dentro de até 180 dias

ICMS SUSPENSO CONFORME ÍTEM 2, ART.402 DO RICMS

Devolução de conserto, empréstimo ou locação de material de uso ou consumo

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7 INCISO X DO RICMS

Remessa de embalagens

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.82, ANEXO I DO RICMS

Remessa para exposição ou feiras - retorno dentro de 60 dias

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.33, ANEXO I DO RICMS

Remessa para armazém geral ou depósito fechado

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 451  e ART.1 ANEXO VII DO RICMS

Remessa para conserto, empréstimo ou locação de material de uso ou consumo

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 7 INCISO IX DO RICMS

Remessa para industrialização ou  beneficiamento 

ICMS SUSPENSO CONFORME  ART.402 DO RICMS

Retorno de armazém geral ou depósito fechado

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 451 ART.2 DO RICMS

Saídas para demonstração - dentro do estado com retorno em 60 dias

SUSPENSÃO DO ICMS CONFORME ART.319 DO RICMS

SubstituiçãoTributária - fumo e seus derivados

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 289 DO RICMS

Substituição Tributária - CIMENTO

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 291 DO RICMS

Substituição Tributária - refrigerantes, cerveja, chope, água.

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 293 DO RICMS

Substituição Tributária - sorvete

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 295 DO RICMS

Substituição Tributária - veículo automotor novo

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 299 a 309  DO RICMS

Substituição Tributária - penumáticos e afins

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 310 DO RICMS

Substituição Tributária - tintas, vernizes e outros prod.da ind.química

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 312 DO RICMS

Substituição Tributária - transportes

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 317 DO RICMS

Venda do ativo permanente (bens do imobilizado)

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7, INCISO XIV DO RICMS

Venda de produto para a Zona Franca de Manaus

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.84, ANEXO I DO RICMS

Venda de máquinas e aparelhos (80%) e veículos usados (95%) de redução

REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO CONF.ART.51 E ART.11 ANEXO II DO RICMS

Venda de livros, jornais ou periódicos e papel utilizado na sua impressão

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7 INCISO XIII DO RICMS

Venda de preservativos

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.66, ANEXO I DO RICMS

Venda de sucata

DIFERIDO CONF. ART.392 DO RICMS


 
SALÁRIO MÍNIMO

 Salário Mínimo desde maio/1999

Período

Valor

Maio/1999 a Março/2000

R$ 136,00

Abril/2000 a Março/2001

R$ 151,00

Abril/2001 a Março/2002

R$ 180,00

A partir de Abril/2002

R$ 200,00

A partir de Abril/2003

R$ 240,00

A partir de Maio/2004
R$ 260,00
A partir de Maio/2005
R$ 300,00
A partir de Abril/2006
R$ 350,00
A partir de Abril/2007
R$ 380,00
A partir de Março/2008
R$ 415,00
A partir de Fevereiro/2009
R$ 465,00
A partir de Janeiro/2010
R$ 510,00
A partir de Março/2011
R$545,00
A partir de Janeiro/2012
R$ 622,00
A partir de Janeiro/2013
R$ 678,00
A partir de Janeiro/2014
R$ 724,00
A partir de Janeiro/2015
R$788,00
A partir de Janeiro/2016
R$880,00
A partir de Janeiro/2017
R$937,00
A partir de Janeiro/2018
R$954,00