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BOLETIM MENSAL - JANEIRO/2021


Boletim Mensal



Finanças pessoais: 14 perfis de comportamento que devem ser evitados

Segundo uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, o endividamento das famílias brasileiras bateu recorde em agosto, pior mês da série história. Segundo Carol Stange, educadora em finanças pessoais, isso é reflexo da crise financeira mundial causada, principalmente, pela pandemia do coronavírus.

Segundo uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, o endividamento das famílias brasileiras bateu recorde em agosto, pior mês da série história. Segundo Carol Stange, educadora em finanças pessoais, isso é reflexo da crise financeira mundial causada, principalmente, pela pandemia do coronavírus. “Ao mesmo tempo alerto que a pandemia não é a única responsável pela dificuldade enfrentada pelas famílias. Existem também a falta de conhecimento e aprendizado para lidar com asfinanças e issoleva à perda de controle do orçamento familiar”, alerta Stange.

Diante desses fatores, muitos brasileiros ficam na dúvida sobre as melhores formas de lidar com o seu dinheiro! Segundo a especialista em finanças pessoais, administramos o nosso dia a dia a partir de determinados padrões. Portanto, conhecer alguns exemplos que devem ser evitados é um grande passo para uma vida financeira saudável e equilibrada.

Para ajudar você a alcançar seus objetivos pessoais do jeito mais rápido, assertivo e com as menores perdas financeiras possível, Carol Stange aponta os 14 perfis de comportamentos que devem ser evitados e que merecem distância da sua vida financeira.

1. O Cego

Não sabe quanto ganha e gasta e para onde vai o seu dinheiro. Afirma que ganha pouco, portanto não há o que anotar ou então, que sabe tudo de cabeça. Como não controlamos o que não conhecemos, o Cego vive um dia de cada vez e tem a falsa ideia de que o mapeamento das receitas e despesas só é necessário para as pessoas muito descontroladas, endividadas ou para indivíduos que têm muito dinheiro.

2. O desinformado

Contrata serviços financeiros e até arrisca a fazer alguns investimentos, mas evita pesquisar taxas em instituições diversas ou prefere simplesmente não conhecer outros produtos disponíveis no mercado que também possam atendar às suas necessidades. A grande cilada é que esse perfil, muitas vezes, toma alguns riscos financeiros sem ter total consciência deles: contrata um empréstimo consignado e oferece seu imóvel como garantia sem entender às consequências reais do não pagamento do empréstimo. Acostuma-se a usar o limite do cartão de crédito e cheque especial como complemento de renda, ou ainda, contrata empréstimos para a compra de artigos de luxo.

3. O Temeroso

Tem medo de se comprometer com financiamentos e parcelamentos de médio e longo prazo, portanto prefere pagar tudo à vista. Ao mesmo tempo em que fica aliviado ao ver que tem uma vida financeira sem dívidas, se ressente ao perceber que não têm conseguido construir patrimônio com a velocidade que desejava e se frustra ao não usufruir de determinados prazeres conforme gostaria.

4. O Desconfiado

Bancos e instituições financeiras lhe deixam sempre com uma “pulga atrás da orelha”. Será que essas opções de investimentos são realmente seguras? E se o banco ou corretora fechar as portas? E se o país quebrar? Prefere deixar o dinheiro dentro de casa, ou ainda pior, dar ao amigo que conhece o “melhor investimento do século”.

5. O malabarista

É especialista em pagar uma dívida e faz outra para conseguir giro financeiro, e assim, ganhar alguns dias para conseguir o dinheiro. Os boletos, carnês e compromissos financeiros diversos estão sempre pisando no seu calcanhar. Enfim, está sempre pensando levantar dinheiro rápido para pagar alguma dívida “urgente”. Ao malabarista resta não parar nunca, já que qualquer pausa significa uma cascata de bolas caindo em cima de sua cabeça.

6. O Iludido

Acredita que por ter um trabalho relativamente estável, com o pagamento dos comprometimentos financeiros em dia e por usufruir de certo conforto diário, sua vida financeira é saudável. O Iludido gasta tudo o que ganha e não percebe que vive uma farsa, pois quando não há poupança, qualquer ocorrência fora da rotina servirá como porta de entrada para o endividamento com altas taxas cobradas pelo cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

7. O Arrojado

Gasta, consome e adquire seguindo o pensamento “quem não se endivida e não corre riscos, não tem conquistas financeiras”. Mas o Arrojado extrapola ao focar em adquirir passivos, que lhe aumentam o custo de vida rotineiro. Casa de praia, chácara, segundo e terceiro carro, roupas de grife e passeios necessariamente caros… significam para si mesmo que atingiu certo sucesso em sua trajetória, mas não percebe que, na verdade, é um refém financeiro do seu estilo de vida.

8. O Novato

Recebeu com alegria a notícia de que, agora que terminou os estudos e começou a trabalhar em um emprego formal (com direito a holerite, vale refeição, férias e 13o salário!) e agora pode ter acesso a um cartão de crédito com um limite quase do mesmo valor do seu salário, crédito consignado diretamente pela empresa, cheque especial disponível e crédito pré-aprovado no comércio local. O super endividamento ronda o Novato, mas sua euforia o impede de perceber o perigo.

9. O que espera

Esse perfil espera sempre por uma solução vinda de fora: herança, prêmio na loteria, ajuda familiar, aumento de salário inesperado, uma ajuda divina. Infelizmente, falta-lhe atitude de protagonista para encarar sua vida financeira como resultado das suas escolhas e atitudes próprias.

10. O Bonzinho

Está sempre ajudando financeiramente um amigo ou um parente, e justamente por isso, está sempre com dificuldades financeiras, nome comprometido ou perdendo algum amigo. Tem dificuldades em dizer não e frequentemente envolve-se em conflitos matrimoniais ou familiares por colocar a vida financeira (sua ou da família) em risco.

11. O que Subestima

Já fez algumas simulações de investimentos e, decepcionado com a rentabilidade das aplicações, concluiu que não vale a pena investir, pelo menos não com o dinheiro que tem disponível ou nos produtos indicados. O perfil do que Subestima ignora o poder da oitava maravilha do mundo: os juros compostos e desconsidera seu efeito bola de neve ao longo dos anos.

12. O que Superestima

Ao contrário do perfil que subestima, o que Superestima acredita que a realização de todos os seus sonhos será muito fácil, rápido e que, se essa conquista demandar alguns sacrifícios financeiros, estes serão pequenos o suficiente para que não alterem ou atrapalhem a rotina diária. Geralmente esse perfil apresenta um fôlego curto, pois ao vivenciar o plano de investimentos traçado, se decepciona e retoma o padrão de vida anterior.

13. O que tem vida breve

Nada vale o preço de deixar de consumir e aproveitar o dia de hoje em prol de um futuro em que não se sabe se estará vivo para desfrutar. O que tem vida breve não se priva na hora de gastar e costuma levar um susto ao perceber que, “de repente”, o tempo passou, e não há reservas financeiras ou patrimônio construído para respaldar lhe em um período da vida em que já não é mais possível ser tão produtivo financeiramente.

14. O que pensa só no futuro

Ao contrário do perfil anterior, o que só pensa no futuro encara seu compromisso com a aposentadoria como algo sério e permite que esse objetivo ocupe todos os seus pensamentos e ações. Pequenos prazeres da vida são solenemente ignorados e seu estilo de vida é propositalmente espartano, pois todos os recursos financeiros são acumulados para o seu objetivo futuro.




Fonte: Dedução.com.br


O que 2020 nos ensinou sobre gestão e empatia

Estamos a caminho do final de um dos anos mais atípicos que pudemos presenciar.

Estamos a caminho do final de um dos anos mais atípicos que pudemos presenciar. Ele veio para transformar a maneira de nos relacionarmos e de consumirmos produtos e serviços. Nos fez repriorizar elementos da nossa vida e nos fez encarar novos desafios em diferentes áreas. No âmbito da gestão de negócios, as mudanças foram muitas – e continuam sendo.

A área da saúde teve um desafio latente e mais urgente do que nunca: oferecer um atendimento de qualidade e desenvolver iniciativas que preconizassem a preservação da saúde. Os que atuam no setor sabem o quão desafiador foi (e ainda está sendo) um ano como esse.

Aqui na Gestão OPME atendemos operadoras de saúde e autogestões de todo o País. E neste ano pudemos perceber como a realidade foi completamente alterada. Houve a paralização das cirurgias eletivas, o aumento no fluxo de atendimentos de urgência/emergência e o fechamento de postos de trabalho – o que, consequentemente, impactou na redução do número de beneficários dos planos de saúde. Além, é claro, na sobrecarga dos profissionais da área assistencial (do que chamamos de “linha de frente”).

Empresas que atuam junto das operadoras de saúde – como é o nosso caso aqui na Gestão OPME – devem desenvolver um olhar estratégico e, ao mesmo tempo, empático. Serviços que auxiliem as pessoas de ponta a ponta do sistema, do médico ao beneficário. Uma matemática simples: soluções que venham para somar e multiplicar melhores resultados em um setor tão impactado como foi o da saúde.

Por isso, posso afirmar que este ano veio nos desafiar muito em termos de gestão e, acima de tudo, sobre empatia. Nos colocarmos no lugar de nossos colaboradores, de nossos clientes e de seus beneficiários. Excelência nos serviços, cuidado com as pessoas envolvidas e agilidade, pois sabemos que na área da saúde, o tempo pode ser vital.

Cabe às empresas priorizarem soluções que realmente façam a diferença na vida das pessoas, direta ou indiretamente.

O ano de 2020 ainda nos reserva algumas semanas e, certamente, muitos aprendizados. Mas, de antemão, posso afirmar: ele nos ensinou muito sobre novos desafios de gestão e empatia. E acredito que os tenha ensinado também.


Fonte: Empreendedor


mês
CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES - JANEIRO/2021

A tabela de obrigações é extensa clique aqui para abrí-la em uma nova janela

Tabelas Práticas

 

INSS - Contribuições
Tabela de contribuição de assalariados,
empregados domésticos, e trabalhadores avulsos

INSS - Trabalhadores e Empregados Domésticos
Início Vigência
Final Vigência
Salário de Contribuição
Aliquota
Deduzir
03/2020
-
até R$ 1.045,00
7,50%
-
03/2020
-
de R$ 1.045,01 até R$ 2.089,60
9,00%
R$15,67
03/2020
-
de R$ 2.089,61 até R$ 3.134,40 - 12,00
12,00%
R$78,36
03/2020
-
de R$ 3.134,41 até R$ 6.101,06
14,00%
R$141,05
O valor máximo do INSS do segurado empregado é R$ 6.101,06

Fonte: Ministério da Previdência Social


TABELA DE SALÁRIO-FAMÍLIA

Salário Família
Início Vigência
Salário de Contribuição
Valor
Categoria
01/2020
até R$1.425,56
48,62 por filho
Terá direito ao salário família o segurado empregado e o trabalhador avulso que tenha salário-de-contribuição inferior ou igual a R$ 1.425,56 que comprove ter filhos menores de 14 anos ou inválidos de qualquer idade.
01/2020
acima de R$ 1.425,57
-
 
não terá direito ao salário família o segurado empregado e o trabalhador avulso que tenham salário-de-contribuição acima de R$1.425,57

Tabelas para cálculos de obrigações em atraso (clique sobre o ítem desejado)

Tributos e contribuições federais

Obrigações previdenciárias

Obrigações Estaduais (ICMS)


Anotação de dispositivo legal nas notas fiscais com redução, isenção, etc. 

É obrigatória a anotação do dispositivo legal no corpo da nota fiscal na saída para outros estabelecimentos de mercadorias, produtos e serviços quando a mesma tiver: redução, isenção, suspensão, diferimento, etc.,  . Veja tabela com operações e dispositivos abaixo:

 

Operação

Dispositivo legal

Devolução de beneficiamento - dentro de até 180 dias

ICMS SUSPENSO CONFORME ÍTEM 2, ART.402 DO RICMS

Devolução de conserto, empréstimo ou locação de material de uso ou consumo

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7 INCISO X DO RICMS

Remessa de embalagens

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.82, ANEXO I DO RICMS

Remessa para exposição ou feiras - retorno dentro de 60 dias

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.33, ANEXO I DO RICMS

Remessa para armazém geral ou depósito fechado

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 451  e ART.1 ANEXO VII DO RICMS

Remessa para conserto, empréstimo ou locação de material de uso ou consumo

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 7 INCISO IX DO RICMS

Remessa para industrialização ou  beneficiamento 

ICMS SUSPENSO CONFORME  ART.402 DO RICMS

Retorno de armazém geral ou depósito fechado

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART 451 ART.2 DO RICMS

Saídas para demonstração - dentro do estado com retorno em 60 dias

SUSPENSÃO DO ICMS CONFORME ART.319 DO RICMS

SubstituiçãoTributária - fumo e seus derivados

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 289 DO RICMS

Substituição Tributária - CIMENTO

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 291 DO RICMS

Substituição Tributária - refrigerantes, cerveja, chope, água.

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 293 DO RICMS

Substituição Tributária - sorvete

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 295 DO RICMS

Substituição Tributária - veículo automotor novo

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 299 a 309  DO RICMS

Substituição Tributária - penumáticos e afins

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 310 DO RICMS

Substituição Tributária - tintas, vernizes e outros prod.da ind.química

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 312 DO RICMS

Substituição Tributária - transportes

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CONF. ART. 317 DO RICMS

Venda do ativo permanente (bens do imobilizado)

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7, INCISO XIV DO RICMS

Venda de produto para a Zona Franca de Manaus

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.84, ANEXO I DO RICMS

Venda de máquinas e aparelhos (80%) e veículos usados (95%) de redução

REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO CONF.ART.51 E ART.11 ANEXO II DO RICMS

Venda de livros, jornais ou periódicos e papel utilizado na sua impressão

NÃO INCIDÊNCIA DO ICMS CONF. ART. 7 INCISO XIII DO RICMS

Venda de preservativos

ISENTO DE ICMS CONFORME ART. 8 E ART.66, ANEXO I DO RICMS

Venda de sucata

DIFERIDO CONF. ART.392 DO RICMS


 
SALÁRIO MÍNIMO

 Salário Mínimo desde maio/1999

Período

Valor

Maio/1999 a Março/2000

R$ 136,00

Abril/2000 a Março/2001

R$ 151,00

Abril/2001 a Março/2002

R$ 180,00

A partir de Abril/2002

R$ 200,00

A partir de Abril/2003

R$ 240,00

A partir de Maio/2004
R$ 260,00
A partir de Maio/2005
R$ 300,00
A partir de Abril/2006
R$ 350,00
A partir de Abril/2007
R$ 380,00
A partir de Março/2008
R$ 415,00
A partir de Fevereiro/2009
R$ 465,00
A partir de Janeiro/2010
R$ 510,00
A partir de Março/2011
R$545,00
A partir de Janeiro/2012
R$ 622,00
A partir de Janeiro/2013
R$ 678,00
A partir de Janeiro/2014
R$ 724,00
A partir de Janeiro/2015
R$788,00
A partir de Janeiro/2016
R$880,00
A partir de Janeiro/2017
R$937,00
A partir de Janeiro/2018
R$954,00
A partir de Janeiro/2019
R$998,00
A partir de Janeiro/2020
R$1.045,00
A partir de Janeiro/2021 R$1.100,00